quinta-feira, 10 de novembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011

VIVER
DESPENTEADA
Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie,
por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade…
O mundo é louco, definitivamente louco…
O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro.
O sol que ilumina o teu rosto enruga.
E o que é realmente bom dessa vida, despenteia…
- Fazer amor, despenteia.
- Rir às gargalhadas, despenteia.
- Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.
- Tirar a roupa, despenteia.
- Beijar à pessoa amada, despenteia.
- Brincar, despenteia.
- Cantar até ficar sem ar, despenteia.
- Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível…
Então, como sempre, cada vez que nos vejamos
eu vou estar com o cabelo bagunçado…
mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Ama teu próximo!
Nós podemos escolher como ouvimos
Nós podemos sempre escolher a maneira como ouvimos a outra pessoa.
Se eu interpreto o que ele ou ela está dizendo como um ataque a mim, reagirei defensivamente. Sempre que ouvir uma crítica buscando saber quem está certo ou errado, desperdiçarei meu tempo irritado, estressado.
Quando em vez disso, eu me focar em ouvir os sentimentos e necessidades que estão "escondidos" pelo que está sendo dito, imediatamente me reconecto com a minha vontade de contribuir, que vive em todo ser humano.
· Namastê, antiga forma de cumprimentar da tradição sul-asiática
Significa " Reverencio a ti", "Reverencio este lugar em ti onde habita o universo inteiro, onde tu e eu somos um".
A expressão Namastê normalmente é acompanhado por uma inclinação ligeira da cabeça, as palmas das mãos abertas e unidas entre si, ante o peito.
Na prática de Comunicação Não Violenta me parece existir um "Namaste" implícito, oculto. Ele acontece no momento em que encontro e reconheço o lugar onde eu e tu somos um - o lugar das necessidades humanas universais - e ao reconhecê-lo reverencio a vida que pulsa em cada um de nós nesse momento.
Reverencio este lugar em ti onde habita o universo inteiro.
Nós podemos sempre escolher a maneira como ouvimos a outra pessoa.
Se eu interpreto o que ele ou ela está dizendo como um ataque a mim, reagirei defensivamente. Sempre que ouvir uma crítica buscando saber quem está certo ou errado, desperdiçarei meu tempo irritado, estressado.
Quando em vez disso, eu me focar em ouvir os sentimentos e necessidades que estão "escondidos" pelo que está sendo dito, imediatamente me reconecto com a minha vontade de contribuir, que vive em todo ser humano.
· Namastê, antiga forma de cumprimentar da tradição sul-asiática
Significa " Reverencio a ti", "Reverencio este lugar em ti onde habita o universo inteiro, onde tu e eu somos um".
A expressão Namastê normalmente é acompanhado por uma inclinação ligeira da cabeça, as palmas das mãos abertas e unidas entre si, ante o peito.
Na prática de Comunicação Não Violenta me parece existir um "Namaste" implícito, oculto. Ele acontece no momento em que encontro e reconheço o lugar onde eu e tu somos um - o lugar das necessidades humanas universais - e ao reconhecê-lo reverencio a vida que pulsa em cada um de nós nesse momento.
Reverencio este lugar em ti onde habita o universo inteiro.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
pessoas especiais
Especial
[Do lat. speciale.]
Adj. 2 g.
1. Relativo a uma espécie; próprio, peculiar, específico, particular.
2. Fora do comum; distinto, excelente.
3. Exclusivo, reservado.
4. Diz-se de adulto ou criança com necessidades
"Por alguma especial razão, sou dada a cair de amores por pessoas especiais. Mas qual é o fator determinante para definir um ser como especial? Não há regra geral. Até porque a minha idéia de "especial" pode ser diametralmente oposta à sua e a de tantos outros. Seja qual for o determinante, detecto de imediato os especiais, segundo minha ótica, e sou tomada de profunda ternura e respeito por esses seres tão distanciados do comum. Não que o comum seja um atributo depreciativo. Há comuns adoráveis justamente porque são comuns e sabem disto. Dostoievski, em Crime e Castigo, tentando justificar o desvio de conduta de seu protagonista, afirmava haver duas categorias de homens: os ordinários e os extraordinários. Não havia importância comparativa. Ambos tinham sua função. Os ordinários nasceram para cumprir as leis e reafirmar os valores sociais. Os extraordinários para criar novas leis e desafiar aqueles valores. Mas voltando aos "especiais", que não chegam a ser necessariamente os "extraordinários" dostoevskianos, arriscaria dizer que são aqueles que, de alguma forma, estão em desacordo com algumas regras ou fora do lugar comum e trazem algo de mágico e de muito próprio na forma de sentir. Sou cercada por um bom número deles, para minha felicidade. Há um fenômeno de atração natural. Talvez os encontre porque procuro por eles inconscientemente. Meu carinho exagerado por essas pessoas só pode ter a seguinte explicação: ou é porque eu devo ter me tornado demasiadamente comum, ao ponto de me encantar assim com as oposições, ou é porque também devo ser um deles e identifico meus iguais. Pode ser também por eu já ter sido um deles algum dia e sinta saudades de mim. Não sei bem, e não quero saber. Gosto deles. Pronto. A luz é diferente, a energia é diferente, o percurso do pensamento e do processo criativo é diferente. O sentir é sutil, repleto de filigranas. Abençoadas sejam as criaturas especiais." ML (Poderia ser meu, mas não é! )
[Do lat. speciale.]
Adj. 2 g.
1. Relativo a uma espécie; próprio, peculiar, específico, particular.
2. Fora do comum; distinto, excelente.

3. Exclusivo, reservado.
4. Diz-se de adulto ou criança com necessidades
especiais (q. v.).
(Dic. Aurélio XXI)
(Dic. Aurélio XXI)
"Por alguma especial razão, sou dada a cair de amores por pessoas especiais. Mas qual é o fator determinante para definir um ser como especial? Não há regra geral. Até porque a minha idéia de "especial" pode ser diametralmente oposta à sua e a de tantos outros. Seja qual for o determinante, detecto de imediato os especiais, segundo minha ótica, e sou tomada de profunda ternura e respeito por esses seres tão distanciados do comum. Não que o comum seja um atributo depreciativo. Há comuns adoráveis justamente porque são comuns e sabem disto. Dostoievski, em Crime e Castigo, tentando justificar o desvio de conduta de seu protagonista, afirmava haver duas categorias de homens: os ordinários e os extraordinários. Não havia importância comparativa. Ambos tinham sua função. Os ordinários nasceram para cumprir as leis e reafirmar os valores sociais. Os extraordinários para criar novas leis e desafiar aqueles valores. Mas voltando aos "especiais", que não chegam a ser necessariamente os "extraordinários" dostoevskianos, arriscaria dizer que são aqueles que, de alguma forma, estão em desacordo com algumas regras ou fora do lugar comum e trazem algo de mágico e de muito próprio na forma de sentir. Sou cercada por um bom número deles, para minha felicidade. Há um fenômeno de atração natural. Talvez os encontre porque procuro por eles inconscientemente. Meu carinho exagerado por essas pessoas só pode ter a seguinte explicação: ou é porque eu devo ter me tornado demasiadamente comum, ao ponto de me encantar assim com as oposições, ou é porque também devo ser um deles e identifico meus iguais. Pode ser também por eu já ter sido um deles algum dia e sinta saudades de mim. Não sei bem, e não quero saber. Gosto deles. Pronto. A luz é diferente, a energia é diferente, o percurso do pensamento e do processo criativo é diferente. O sentir é sutil, repleto de filigranas. Abençoadas sejam as criaturas especiais." ML (Poderia ser meu, mas não é! )
segunda-feira, 11 de julho de 2011
passagem.
"Cada folha que caía estalava no chão do pátio. A mulher balançava na cadeira e rememorava sua beleza juvenil, os bailes, os homens. Nada restara, nem dor. Ainda trazia a beleza de outros tempos. O vento frio secava seu rosto. Exposta no pátio como uma pedra. Não se tratava mais de solidão. Pensava que os grandes amores precisam de peles lisas e belas. Só. Não havia providências, compromissos, nada precisava dela no mundo. Era preciso tempo apenas para deixá-lo passar, e podia passar pois era assim que a memória fazia exercícios. O mais importante era pensar as pessoas e saber que elas não podiam acompanhá-la; lembrava delas e de suas vidas vazias com um silêncio piedoso. E terno."
Henry Burnett
quinta-feira, 9 de junho de 2011
O amanhecer
Hoje eu vi o dia amanhecer. Estava acordada quando aconteceu e me lembrei da mágica que há também neste momento.
mágica da chegada...
Da luz se fazendo
Da esperança.
Ao longe ainda posso ouvir alguns galos cantando.
Eu queria ter um galo...
E no meu quintal os pássaros cantam
Um ventinho gelado nos dá vontade de permanecer no aconchego...
Fico feliz por hoje, mesmo com olhos viciados, ainda poder enxergar a mágica da vida.Verônica Fonseca
04/06/2011
mágica da chegada...
Da luz se fazendo
Da esperança.
Ao longe ainda posso ouvir alguns galos cantando.
Eu queria ter um galo...
E no meu quintal os pássaros cantam
Um ventinho gelado nos dá vontade de permanecer no aconchego...
Fico feliz por hoje, mesmo com olhos viciados, ainda poder enxergar a mágica da vida.Verônica Fonseca
04/06/2011
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