"Acredito que todo mundo tem um sol dentro de si, pronto para brilhar. Ele te inspira a expressar teu espírito ensolarado todos os dias..."
Campanha Sundown
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Natal todo dia!
Um clima de sonho se espalha no ar
Pessoas se olham com brilho no olhar
A gente já sente chegando o Natal
É tempo de amor, todo mundo é igual
Os velhos amigos irão se abraçar
Os desconhecidos irão se falar
E quem for criança vai olhar pro céu
Fazendo pedido pro velho Noel
Se a gente é capaz de espalhar alegria
Se a gente é capaz de toda essa magia
Eu tenho certeza que a gente podia
Fazer com que fosse Natal todo dia
Se a gente é capaz de espalhar alegria
Se a gente é capaz de toda essa magia
Eu tenho certeza que a gente podia
Fazer com que fosse Natal todo dia
Um jeito mais manso de ser e falar
Mais calma, mais tempo pra gente se dar
Me diz porque só no Natal é assim
Que bom se ele nunca tivesse mais fim
Que o Natal comece no seu coração
Que seja pra todos, sem ter distinção
Um gesto, um sorriso, um abraço, o que for
O melhor presente é sempre o amor
Mauricio Gaetani Tapajós
Pessoas se olham com brilho no olhar
A gente já sente chegando o Natal
É tempo de amor, todo mundo é igual
Os velhos amigos irão se abraçar
Os desconhecidos irão se falar
E quem for criança vai olhar pro céu
Fazendo pedido pro velho Noel
Se a gente é capaz de espalhar alegria
Se a gente é capaz de toda essa magia
Eu tenho certeza que a gente podia
Fazer com que fosse Natal todo dia
Se a gente é capaz de espalhar alegria
Se a gente é capaz de toda essa magia
Eu tenho certeza que a gente podia
Fazer com que fosse Natal todo dia
Um jeito mais manso de ser e falar
Mais calma, mais tempo pra gente se dar
Me diz porque só no Natal é assim
Que bom se ele nunca tivesse mais fim
Que o Natal comece no seu coração
Que seja pra todos, sem ter distinção
Um gesto, um sorriso, um abraço, o que for
O melhor presente é sempre o amor
Mauricio Gaetani Tapajós
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Carlos Drummond de Andrade
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?
E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora ?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !
José, pra onde ?
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?
E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora ?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !
José, pra onde ?
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Incidentes surpreendentes ***
Mais que qualquer outro, este trânsito acarreta aborrecimentos repentinos, comportamentos precipitados e incidentes surpreendentes. A energia parece brotar de toda parte e das formas mais imprevisíveis. Geralmente fica difícil fazer planos durante este período porque muita coisa acontece sem aviso. Em sua expressão psicológica direta, isto é, quando não sublimado ou convertido em outra forma de energia, este trânsito indica um abrupto desejo de afirmar a própria liberdade, jogar as limitações para o alto e libertar-se. Uma maneira positiva de extravasar a essa energia é iniciar um projeto inteiramente inédito e inovador, que ao fim lhe traga o reconhecimento de seus pares. Você precisará afirmar sua individualidade neste momento, e essa é uma forma construtiva de fazê-lo.
... vou tentar.
sábado, 30 de outubro de 2010
coisa pobre prá pobre...
“(...) Não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta
Até quando você vai ficar usando rédea
Rindo da própria tragédia?
Até quando você vai levando porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda, a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro(...)”
Gabriel o Pensador; Itaal Shur; Tiago Mocotó
Até quando você vai ficar usando rédea
Rindo da própria tragédia?
Até quando você vai levando porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?
Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda, a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro(...)”
Gabriel o Pensador; Itaal Shur; Tiago Mocotó
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
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